Cartaz no Labrego cobra tarifas para respostas

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Cartaz no Labrego cobra tarifas para respostas.

 

Quase todos os homens têm uma história mal contada ou que não termina lá muito bem e que, geralmente, se inicia com um aviso à mulher: “amor, vou ali já volto”; “vou comprar cigarros e já volto”… E esse “já volto” pode e costuma demorar horas!!

Conhecedoras dos maridos e namorados que têm, muitas esposas e companheiras não perdem tempo, passando a anotar os telefones de todos os bares, botecos e mercearias da redondeza em que moram.cartaz2

Daí ser comum, nestes locais, chamadas telefônicas do tipo “Seu Manel, fulano meu marido está por aí, passou aí…?”; “Seu Antonio, dá pra chamar Fulano, meu marido?”; “Dona Maria, boa tarde, sou eu, Adriana. O vadio do meu marido está aí, o Fulano”. Há casos também em que o atendente no bar levanta a voz e pergunta: “Tem algum fulano aí? Telefone”.

São situações tantas vezes causadoras de constrangimentos, pequenas mentiras (“Não, não está não, dona Alzira”, com o Fulano postado ao lado, no balcão) ou mesmo de importunidades – afinal, o comerciante tem que atender os clientes, dar troco, prestar atenção ao movimento e está ali, parado, e tantas vezes ainda tendo de mentir…

Pois foi pensando nisto, que o Bar e Mercearia Labrego, no Lote 10, na Vila de Visconde de Mauá, em Resende, criou uma tabela de preços para estas situações. Cada resposta tem o seu preço, sendo a mais cara a que diz “Não o conhecemos”. Esta sai por R$ 30,00… Confira só na foto.

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