“Um forçamento institucional que confirma a intenção de Occhiuto e o centro de dobrar as regras democráticas para a conveniência eleitoral de alguém”. Assim, os líderes do grupo da oposição no Conselho Regional, Mimmo Bevacqua (PD), Davide Tavernise (M5s) e Antonio Lo Schiavo (Mixed), comentar a comunicação oficial fornecida pela Presidente das Eleções Regionais de 12 e 13 de outubro. “Uma decisão tomada com velocidade surpreendente, sem nenhuma interlocução com as oposições – explique – que confirma a vontade da maioria de antecipar a consulta eleitoral ao máximo, de fato compactando tempos e condições mínimos para a participação democrata completa, especialmente as forças que não têm a representação do parlamento. O risco é que o voto é celebrado em um contexto de contexto de contexto de contexto.
Apenas para relatar esse cenário e recordar a conformidade com as regras constitucionais, os três líderes do grupo enviaram uma carta formal ao procurador do estado, ao Ministério do Interior, ao prefeito de Catanzaro e ao Tribunal de Apelação, levantando dúvidas sobre a legitimidade da permanência no cargo de presidente de renúncia. “In the letter – they explain – we reiterate that, in the light of authoritative jurisprudential pronouncements and consolidated practice, the president’s resignation involve the immediate termination of the mandate and the passage of the functions to the vice president. In no case can a resigning president continue to exercise the prerogatives of his assignment, nor to conduct the election campaign from an administrative control position, such as that also deriving from the role of Commissioner to Health. Estamos enfrentando – concluir Bevacqua, Tavernise e The Slave – para um uso distorcido das instituições, que correm o risco de comprometer a regularidade da fase de pré -eleição.