O protesto em Israel nasce: as rodovias bloqueadas, os manifestantes cercam as casas dos ministros. Ataques fazem outros 75 mortos

A mídia israelense relata que grupos de manifestantes também se reuniram em frente às casas de vários ministros em todo o país. “Há uma oferta sobre a mesa. Pedimos que nossos líderes se sentem na mesa de negociação e não acordem até que um acordo seja alcançado”, disse Hagit Chen, cujo filho foi seqüestrado por militantes do Hamas em outubro de 2023, de acordo com uma declaração divulgada pelo fórum.

De acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, 75 pessoas mortas em ataques israelenses desde o amanhecer hoje.

O governo realizará uma reunião do Gabinete de Segurança hoje à noite: a agenda não foi oficialmente conhecida, mas, de acordo com a mídia local, isso poderia preocupar a retomada das negociações para um acordo de cessaram o incêndio e a libertação dos reféns. No início de agosto, o gabinete aprovou um plano para a conquista militar da cidade de Gaza, desencadeando novos medos para a segurança dos reféns e uma nova onda de protestos que nas últimas semanas viram dezenas de milhares de pessoas partirem para as ruas em todo o país.

Na semana passada, o primeiro -ministro Netanyahu ordenou o início imediato das negociações destinadas a garantir a libertação de todos os prisioneiros que permaneceram em Gaza, ao mesmo tempo em que dobraram os planos de uma nova ofensiva destinada a conquistar a maior cidade da faixa. Alguns dias antes, o Hamas declarou que havia aceitado uma nova proposta para cessar o incêndio apresentado pelos mediadores, que previa a liberação prolongada dos reféns em um período inicial de 60 dias em troca dos prisioneiros palestinos mantidos por Israel.

Felipe Costa