A questão da redução das conexões do Reggio Calabria para o Milão deve ser abordada do ponto de vista econômico. A Ita Airways o havia escrito claramente no comunicado de imprensa publicado por Gazzetta del Sud em 23 de agosto. “A avaliação econômica – disse que a antiga empresa de bandeiras – deu um resultado altamente negativo, com uma perda considerável que não suporta uma manutenção das frequências atuais na rota”. Por algum tempo, a ITA teria reivindicado, na interlocução constante realizada com Sacal, o mesmo tratamento reservado para a empresa de baixo custo da Ryanair, à qual a região da Calábria reconhece os incentivos substanciais para voar do “Tito Minniti”. A mudança da Cittadella deu um salto inimaginável para o aeroporto de Reggio Calabria que, desde o final de abril de 2024, ou seja, pelo apelo da Ryanair, cresceu nos ritmos apoiados, muito além das estimativas sacais iniciais.
Nesse contexto, isto é, com o objetivo de um crescimento constante do “Tito Minniti” não apenas para o número de passageiros de passageiros, mas também com o objetivo de um aumento nas rotas disponíveis, a decisão italiana não pode ser considerada boa notícia. De fato, o anúncio da redução da frequência na rota para o Milan-Late criou o descontentamento na cidade e a preocupação nos profissionais.
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