A maneira diplomática de Schifani não convence a oposição à Sicília

Na sexta -feira, nas encostas de Etna, serviu, para Renato Schifani, para fazer uma pausa entre os incêndios cruzados de “amigos” e inimigos. A zona de conforto oferecida pelo primeiro dos Aliados – e do primeiro dos patrocinadores da candidatura de três anos atrás – Ignazio La Russa, no Fórum de Ragalna, também representava o contexto ideal para retornar para mostrar o provérbio (na época de Berlusconi), mas ultimamente adormecido.
No problem with Salvini for the Tardino case, no problem within the party for the tears of Mulè (and not only), everything is derubrised as heated as passengers summer boils, despite the stomach ache inside Forza Italia are still there – and the pressing action, among others, of the Messina deputy Tommaso Calderone is very frequent testimony -, despite the always critical coexistence between two big allies such as a series of files, despite uma série de arquivos. Aberto (entre os quais também há relações em Messina com Cateno de Luca) que, mais cedo ou mais tarde, devem ter uma saída definida e definitiva.
Todo o feno na fazenda, para as oposições, que não atrasam o sublinhamento de contradições e possíveis acusações explosivas dentro da coalizão que governa a ilha.
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Felipe Costa