Messina, centro-direita e centro-esquerda lidam com demissões e com a necessidade de… “escolher rapidamente”

Nem tudo se resolverá no espaço de poucos dias, ainda que a vontade dos dirigentes do centro-direita (nacional, regional e local) e dos partidos de centro-esquerda seja responder à aceleração dada por De Luca e Basile no menor tempo possível. E a única forma de o fazer, para além das boas intenções e das (inevitáveis) convergências programáticas a procurar nas mesas de Roma, Palermo e Messina, é propor o mais rapidamente possível o nome de quem enfrentará Federico Basile e os outros possíveis candidatos ao sindicato. A escolha do nome é decisiva, todo o resto segue de perto.
Os secretários e coordenadores da Fratelli d’Italia, Forza Italia e Lega sabem bem disso. Neste momento, apesar das declarações superficiais e dos slogans sobre a unidade da coligação, não parece haver qualquer convergência numa proposta de candidatura única. Que esteja concorrendo o advogado Marcello Scurria, o homem mais querido pela subsecretária Matilde Siracusano, nunca foi um mistério. Que a Liga, como sugeriu o senador Nino Germanà, não esteja entusiasmada com esta possível escolha, também é um facto notório. E é certo que Fratelli d’Italia, o partido do primeiro-ministro (em dificuldades em Messina, no entanto, após os acontecimentos jurídicos que envolveram, a nível regional, a líder local do FdI, Elvira Amata), quer ter um impacto particular em Messina. Depois, temos que lidar com os outros componentes que estarão sentados à mesa, desde Beppe Picciolo (que voltou a desempenhar um papel importante na política de Messina, depois de ter sido designado o cargo de presidente da IACP) até o componente que continua a reportar a Francantonio e Luigi Genovese, de Cuffaro a Lombardo.
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Felipe Costa