Reggio Calabria e mobilidade sustentável: um problema de boa governação

«A visão estratégica da administração municipal, ao longo dos últimos 20 anos, está orientada para a transição funcional de “cidade sobre o mar” para “cidade à beira-mar” e implica uma religação do tecido urbano com os aglomerados produtivos ribeirinhos e costeiros, num cenário regulatório como o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (Pums). «Mas os défices de governação – destaca o advogado. Filomena Iatì, antiga vereadora – geraram uma incapacidade de comprometer e gastar, prolongando o tempo necessário para o planeamento executivo e tornando ineficiente a coordenação entre órgãos. O caso da revogação dos fundos da PAC para a mobilidade sustentável é emblemático. A incapacidade de transformar o planeamento em locais de construção operacionais representa um risco de marginalização infra-estrutural. A raiz da crise reside na ineficiência dos processos administrativos, que impedem a coordenação entre a visão política e a implementação técnica.”
A matéria completa está disponível nas edições impressa e digital

Felipe Costa