Milan Cortina, é a noite da despedida: a última despedida dos Jogos na Arena de Verona. Itália fecha com 30 medalhas

Os Jogos Olímpicos de Inverno Milão Cortina 2026 foram oficialmente encerrados com a cerimônia realizada no cenário evocativo da Arena de Verona. Uma noite intensa e cheia de símbolos que saudou atletas e delegações após mais de duas semanas de competições espalhadas pela Lombardia, Veneto e Trentino-Alto Adige.

O desfile de atletas, misturados como é tradição sob uma única bandeira olímpica, abriu o momento final antes dos discursos institucionais. Nas arquibancadas e no salão, autoridades esportivas e políticas, incluindo a Primeira-Ministra Giorgia Meloni e a Presidente do Comitê Olímpico Internacional, Kirsty Coventry.

O espetáculo e o protocolo olímpico

Música, coreografia e referências à cultura italiana acompanharam os momentos oficiais previstos no protocolo: a entrega das medalhas das últimas corridas, o hasteamento da bandeira e, sobretudo, o apagamento do braseiro olímpico. Um gesto simbólico que marcou o final da edição de 2026, idealmente trazendo o bastão de volta ao futuro.

A organização apostou num formato capaz de aliar tradição e modernidade, valorizando um monumento simbólico da história italiana e transformando-o num palco internacional.

A transição para a França

O momento central da noite é a transferência para a França, que sediará os Jogos Olímpicos de Inverno de 2030. Após a chegada da bandeira olímpica e do hino, há espaço para a apresentação do próximo recinto, com segmento artístico dedicado aos Alpes franceses.

Assim termina uma edição ampla e participativa, que trouxe os Jogos de volta à Itália vinte anos depois de Turim 2006, deixando um legado de instalações renovadas e de uma organização que envolveu um grande território no Norte do país.

Felipe Costa