Para Reggina é hora de recomeçar o que aconteceu nas últimas partidas do campeonato e começar de novo.
São 5 pontos a recuperar do líder Igea Virtus, 3 do Savoia, 2 do Nissa e 1 do Athletic Palermo (que também pode passar a 4 com a recuperação do Enna). Com 27 pontos disponíveis, um calendário que coloca os Amaranths na frente dos dois times potencialmente mais distantes e outros confrontos diretos a serem disputados pelos demais, tudo ainda pode acontecer.
Porém, no intervalo do dia 8 de março, Reggina já é chamada a lutar pela permanência na prova. O Sancataldese chega ao “Granillo” no sábado e, no dia 15, viaja para o Barcellona Pozzo di Gotto, onde não são permitidos erros para dar sentido aos restantes sete jogos.
A desaceleração nas últimas partidas não altera os aspectos estatísticos. Depois de ter cedido quase um terço do campeonato ao adversário com seis derrotas nas 12 primeiras, os Amaranths sempre foram mais rápidos que os demais. Desde a chegada de Torrisi ao Amaranth, a Reggina continua a ver o primeiro lugar na tabela de classificação, embora os 5 pontos nos últimos 4 jogos tenham limitado um pouco os efeitos da recuperação.
O objetivo final agora só pode ser alcançado por uma Reggina com o pé no acelerador. Como talvez nem sempre tenha acontecido nesta temporada devido ao seu desempenho em casa: oitavo lugar geral com 6 vitórias, 2 empates e 4 derrotas. É impensável que na corrida final apenas um dos jogos em casa frente ao Sancataldese, Acireale, Enna, Paternò e Sambiase possa ser perdido. Na estrada haverá confrontos diretos em Barcelona e Palermo, principalmente os jogos fora de casa em Gela e Milazzo. E depois há o ataque: o décimo com 29 gols em 25 jogos, pouco para o nível de individualidade do Amaranto. Precisamos fazer mais.