Vitória – Polisportiva Gioiosa dura apenas 60 segundos, convidados aparecem em campo com 7 homens devido a um suposto ataque

Duas pistas comprovam isso, ainda que as pistas pudessem facilmente chegar a duzentas: muitas vezes assistimos à pantomima do jogador “machucado” e as equipas saíram com seis homens em campo só para evitar multa.

O que aconteceu hoje no estádio Stadio Comunale Gianni Cosimo, em Vittoria, no jogo do campeonato Eccellenza grupo B entre FC Vittoria e Polisportiva Gioiosa, inicialmente deixou espaço para mais de uma dúvida. Uma equipe que entrou em campo com apenas sete jogadores e uma partida que durou apenas o tempo suficiente para uma lesão – resultando na redução para seis jogadores – levou à suspensão.

Um cenário que, infelizmente, não representa uma novidade absoluta no panorama dos campeonatos amadores, onde situações semelhantes se repetiram diversas vezes ao longo dos anos, sobretudo nas categorias de base e nos campeonatos de Juniores.

Durante a noite, porém, também chegaram as primeiras explicações oficiais. A Polisportiva Gioiosa emitiu um comunicado no qual denuncia um grave ataque sofrido pelos seus membros nos balneários antes do jogo: “A ASD Polisportiva Gioiosa informa que o jogo de hoje, válido pelo campeonato Eccellenza (Grupo B) entre FC Vittoria e ASD Polisportiva Gioiosa, foi disputado – contra a nossa vontade – com apenas sete jogadores, devido a um ataque violento e cobarde perpetrado contra os nossos membros nos balneários do ‘Gianni No Estádio Municipal Cosimo pedimos desculpa aos nossos adeptos, que como sempre não faltaram apoio.”

Uma versão dos fatos que, se confirmada pelos órgãos federais e pelo relatório do árbitro, abriria cenários muito diferentes das hipóteses iniciais e que merece ser plenamente esclarecida.

No entanto, um facto básico permanece: o futebol amador siciliano continua frequentemente a estar no centro de episódios controversos, incluindo cancelamentos de jogos fora de casa, jogos disputados em condições extremas e situações que inevitavelmente acabam por prejudicar a imagem de todo o movimento.

Felipe Costa