Alarme em Catanzaro: há muito concreto na cidade, pare o consumo de terreno

Demasiado concreto, o novo PSC terá sobretudo a função de travar o consumo de terrenos e bloquear a especulação imobiliária. Nas diretrizes que acabamos de apresentar há um retrato do estado atual do “tijolo” na cidade. Nos últimos 50 anos o aumento percentual do consumo de terras no território municipal foi de 1.031%.. Na prática, se o consumo de terra em 1957 era de 159,11 hectares, em 2006 era de 1.799,68 hectares e continuou a crescer nos últimos anos. O estudo, ao cruzar dados sobre habitações e população residente, deixa claro que, pelo menos desde a década de 1970 até hoje, muito se construiu em Catanzaro e sem qualquer necessidade real. De facto, em 1971 existiam um total de 107.432 habitações, mais de 87% das quais ocupadas regularmente por residentes. Com o passar dos anos, a “distância” entre as casas existentes e os residentes aumentou. Em 1981 existiam quase 155 mil habitações das quais 73% estavam ocupadas, um crescimento que continua pelo menos até 2011 quando as estatísticas registam 219.902 habitações das quais apenas 64% estão ocupadas. No mesmo período, o número de quartos também duplicou substancialmente. Em síntese, lê-se no documento, “a população residente mantém-se substancialmente estável enquanto a produção de construção residencial cresce continuamente”. Um mecanismo que nos objetivos da administração municipal deve ser interrompido. Para tal, precisamos de encorajar “a recuperação e renovação de edifícios em vez de novas construções”.

Leia o artigo completo na edição impressa da Gazzetta del Sud – Catanzaro

Felipe Costa