Nos bastidores desta campanha eleitoral, há quem se debruce há semanas – e quem continua a fazê-lo nestas horas – uma questão que aparentemente é apenas processual, burocrática, mas que na realidade é a forma clássica que se torna substância, porque pode fazer toda a diferença no mundo. É a espinhosa questão da recolha de assinaturas para a apresentação de listas e candidaturas: é obrigatória para todos (pense, por exemplo, nos candidatos a autarcas Gaetano Sciacca e Lillo Valvieri, mas também em algumas listas de apoio a Marcello Scurria), excepto para os partidos que têm um grupo eleito para o Ars, o parlamento regional. No início de março, o líder do grupo do Sul chama Norte a Ars, o seu líder Cateno De Luca, colocou uma questão ao departamento regional de Autonomia Local, que resumimos e simplificamos da seguinte forma: se em vez de usar uma vez, o símbolo do Sul chama Norte, utilizo-o várias vezes, inserindo-o nas marcações de outras listas (especificamente 14, mais a lista do partido), ainda estou isento de recolher assinaturas? A resposta foi afirmativa, a Prefeitura, tendo-a aceite, difundiu-a também aos Municípios chamados a votar – incluindo o de Messina – e às respectivas comissões eleitorais, mas não convenceu em nada alguns secretários políticos, que há alguns dias procuram compreender mais sobre o assunto.
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