Sem surpresas. A apresentação oficial das candidaturas confirmou os rumores anteriores tanto quanto ao número de aspirantes a autarcas como às listas de apoio.
Serão seis candidatos ao assento mais importante do Palazzo dell’Aquila: Giuseppe Midili, Laura Castelli, Lorenzo Italiano, Michele Vacca, Giuseppe Falliti e Carmelo Torre. No geral, porém, foram apresentadas 17 listas.
Destes, sete (Fratelli d’Italia, Forza Italia e os “civics”, Cambiamente, Fare Milazzo, Prima Milazzo, Città Futura e Milazzo 2026), apoiam o prefeito cessante Giuseppe Midili, quatro (Castelli prefeito de Milazzo, De Luca prefeito da Sicília, Uma marcha extra para Milazzo e O ponto de viragem para Milazzo) apoiam a candidatura de Laura Castelli, três (Lorenzo Italiano prefeito, Insieme per Milazzo e Milazzo al Centro) os de Lorenzo Italiano, enquanto uma lista apoia cada uma Vacca (Progressistas), Failed (Contracorrente) e Torre (Carta Canta). O corpo eleitoral tem aproximadamente 27.500 eleitores elegíveis. De acordo com a legislação em vigor, para ser eleito à primeira volta será necessário atingir pelo menos 40 por cento dos votos válidos.
Da análise das listas, emerge uma forte presença de administradores cessantes: 19 dos 24 vereadores decidiram concorrer novamente. Apenas Pippo Doddo, Antonio Foti, Santina Sgrò, Maria Sottile e Alessia Pellegrino permanecem de fora. A par dos administradores experientes, verifica-se também uma participação significativa de jovens candidatos, bem como uma presença feminina significativa em todas as listas, também face às novas disposições que prevêem uma composição dos conselhos com 50 por cento de mulheres.
O ritual de entrega das listas e nomeações decorreu sem qualquer tensão particular, salvo a habitual fibrilação ligada à verificação da documentação. Não há controvérsia, porém, no que diz respeito às assinaturas, ao contrário do que aconteceu em Messina com o caso South Calls North, um sinal de um clima globalmente mais descontraído na cidade, pelo menos nesta fase inicial.
Agora a palavra passa para a campanha eleitoral, que nas próximas semanas ganhará vida com programas, reuniões públicas e discussão direta com os eleitores, chamados a escolher o futuro administrativo da cidade.