A última convocação do campeonato com o objetivo de chegar aos playouts. Neste momento todo o resto fica fora da mente, desde o campo que é o juiz soberano. Messina continua a se preparar para o jogo em casa de domingo, marcado para o “Franco Scoglio” contra o Milazzo. Ainda hoje a equipa treina a partir das 10 horas no San Filippo, estádio que passará a ser sede também nos dias em que, como esperamos, a fila para o torneio terá de ser preparada.
Não serão feitos cálculos na casa dos Giallorossi, nem articulações para refletir com base nos resultados dos outros times presos nas favelas. Não queremos correr o risco de cair para o penúltimo lugar, mas acima de tudo queremos continuar a útil série de três jogos, regressando às vitórias e reencontrando mais moral rumo ao sprint final.
Quanto à equipe, Clemente e Roseti trabalharam separadamente ontem, mas esperamos tê-los para o clássico. Bosia está perto da reintegração total, enquanto Werner, que teve um bom desempenho no braço esquerdo em Barcelona no último domingo, teve um pequeno problema. Sem Trasciani suspenso, o técnico Vincenzo Feola terá que pensar em quem colocar como zagueiro central na defesa de três homens. Entre as soluções estão o retiro de De Caro, Clemente ou Garufi. Bombaci, em vez disso, está à esquerda em direção à confirmação.
Hoje volta à cidade o presidente Justin Davis, que quer estar próximo da equipe neste momento crucial da temporada, também no que diz respeito a questões extracampo (ontem o Gela foi penalizado com três pontos por salários não pagos). Estão confirmados os bilhetes com desconto já oferecidos contra o Ragusa (esquina e arquibancada B por 5 euros).
No total são oito partidas disputadas entre as duas equipes do Estreito, todas na Série D, sendo que o resultado mais recorrente é o empate. A mais recente remonta a 2009/10, a única vitória do Tirreno assinada por Mirco Camarda. A última das três vitórias do Peloritani sob o símbolo As no campeonato 1995/96, um 3-0 com golos de Foti (dois) e Pazzaglia.