– SOMMER 6: um ano moderado para o goleiro suíço. Quase nunca decisivo, muitas vezes (como no derby da primeira mão ou com a Juve em Turim) foi o ponto fraco da equipa de Chivu. Não bastasse a experiência, ele estava longe dos picos alcançados nas temporadas anteriores.
– MARTINEZ 6: parecia o ano certo para ser titular entre as traves, depois de uma boa largada não foi o caso, graças ao ocorrido fora de campo, a colisão fatal de um idoso enquanto dirigia para o treino. Quando era questionado, sempre respondia que estava presente.
– DE VRIJ 6: poucas participações, mas sempre sólidas. Não é de surpreender que as chances de renovação tenham aumentado.
– ACERBI 6: na maioria das vezes ele se safava com sua experiência e qualidade na marcação.
– STICKS 6.5: um ano longe dos padrões aos quais estava acostumado. E no final do campeonato o aspecto psicológico pagou o preço, depois do caos que se seguiu à simulação que levou à expulsão de Kalulu no grande jogo contra a Juventus.
– AKANJI 7.5: imediatamente fundamental pelas qualidades técnicas mas também pelas qualidades atléticas, decisivas para a ideia de subir a linha defensiva. Também colocando a cabeça na zona ofensiva para alguns gols importantes.
– BISSECK 7: após os erros da temporada passada, ele se tornou o novo titular com atuações de alto nível e também com alguns gols de peso.
– DUMFRIES 7: Começo um pouco em câmera lenta, principalmente se comparado à versão transbordante da temporada anterior. Depois o problema no tornozelo em novembro e a operação que o manteve afastado até março. E quando ele voltou deu para ver a diferença: os dois gols pesadíssimos contra o Como comprovam isso.
– LUIS HENRIQUE 6: começo tímido, nunca foi brilhante. Tendo se tornado titular regular, graças à parada em Dumfries, o Inter teve uma seqüência de 14 vitórias em 16, apesar de alguns erros.
– DIMARCO 8.5: a época da consagração definitiva. Os números falam por ele: nunca tantas assistências para um jogador na recente Série A, nunca tantas participações em gols em um único campeonato. Mesmo quando a sua forma física caiu, com o pé esquerdo foi uma arma fundamental para o futebol do Chivu.
– CARLOS AUGUSTO 6.5: ora fora à esquerda, ora fora à direita, ora braço. Vice-Dimarco, vice-Bastoni e este ano também, se necessário, vice-Dumfries: o clássico canivete suíço, útil em todas as posições.
– BARELLA 7: média entre 6 na primeira parte da temporada e 8 na corrida final, em que se vestiu de líder para arrastar o Inter até a linha de chegada. Sempre distribuiu assistências durante o ano, mas com atuações abaixo da média e erros que não lhe agradavam. Superada a decepção da eliminação contra a Itália, porém, o verdadeiro Barella voltou a ser visto na final.
– CALHANOGLU 8: já parecia estar com a mala nas mãos, também por uma relação com o vestiário que parecia ter chegado ao fim. Em vez disso, ele foi extremamente decisivo, apesar de jogar menos do que o normal devido a problemas físicos. Incansável na zona ofensiva com gols e assistências, em muitos jogos também foi o líder emocional em campo.
– ZIELINSKI 7,5: meio-campista ou diretor, não importa, porque este ano o polonês mostrou a qualidade pela qual foi adquirido. O golo decisivo no dérbi italiano frente à Juventus é a cereja do bolo, porque foi fundamental, principalmente na ausência de Calhanoglu. – MKHITARYAN 6: um pouco como Acerbi, ele usava experiência quando era necessário. E comemorou com o segundo gol na partida do campeonato
– SUCIC 6.5: oscilante como só um jovem estrangeiro pode ser, mas ainda assim mostrou flashes da mais alta qualidade, como a consistência com que marcou no início da temporada contra a Fiorentina.
– FRATTESI 6: uma temporada marcada por problemas físicos, que limitaram ao mínimo a sua utilização e utilidade em termos de contribuição para o Inter. – DIOUF 6: objeto misterioso da campanha de autógrafos de verão, o francês só foi visto em vários clipes, nos quais mostrava coisas discretas.
– THURAM 7.5: começa bem mas depois fica muito tempo sem marcar, fica mais de dois meses sem marcar, quando Lautaro Martinez está ausente não consegue fazer a diferença. Aí, de repente, ele lembra que é um bombardeiro: gols pesados principalmente em Como, e aquele que abre o campeonato com o Parma.
– LAUTARO MARTINEZ 8.5: verdadeiro capitão, exemplo dentro e fora de campo. Ele nunca recua, mesmo quando as coisas precisam ser ditas publicamente, como no verão após a Copa do Mundo de Clubes. E traz a habitual contribuição de gols, feito nada fácil em um campeonato onde os atacantes parecem ter desaparecido.
– BONNY 7: assim como Sucic, sua pouca idade compensa por seus altos níveis. O início é excelente (três gols nos primeiros sete) e excelentes atuações tanto como reserva quanto como titular. Depois perde-se um pouco, mas a contribuição numérica continua excelente.
– PIO ESPOSITO 7,5: marca todos os seus primeiros gols, desde o primeiro gol com o Inter até o primeiro gol em uma grande partida, contra a Juventus. E aí no final, quando a bola está quente, é ele quem marca nas partidas complicadas.