Terceira final consecutiva de playoffs para Reggina, disputada na casa de Nissa. Os ouvidos dos torcedores do amaranto zumbirão se essa conquista repetida se tornar a bandeira dos três principais campeonatos. Ainda estamos entre amadores.
Mesmo que praticamente ninguém se interesse mais por isso (sociedade, time, insiders e alguns outros excluídos), vale a pena jogar.
A eliminação do Pistoiese e do Ancona, equipas que tinham um coeficiente (média de pontos e outros parâmetros) superior ao da Reggina, aumentou as sempre poucas esperanças de uma repescagem. Porém, para traçar o ranking teremos que aguardar os vencedores dos playoffs.
A equipa de Torrisi só consegue vencer em Caltanissetta (mesmo após prolongamento) e está longe de ser fácil frente a uma equipa em muito boa forma. Se conseguisse, terminaria numa classificação que, na pior das hipóteses, a colocaria atrás de Teramo, Lentigione e Ligorna. Pode acontecer também que uma das três equipas citadas seja eliminada, permitindo aos Amaranths subir outras posições.
Pelos critérios aprovados pelo Conselho Federal no dia 27 de abril, as repescagens ocorrerão com mecanismo de convocação e rodízio. Primeiro, um novo segundo time da Série A; depois um time rebaixado de C, depois um time de D (com prioridade dada pela classificação citada acima) e depois um segundo time jogando contra D. Reggina, possivelmente o quarto de D, poderia ter sua vez na quarta rodada, mas não seria o décimo segundo no geral porque provavelmente haveria várias chamadas vagas.
De referir ainda que o mecanismo de repescagem apenas diz respeito a vagas para equipas cuja inscrição seja rejeitada. Em caso de renúncia, essa vaga iria imediatamente para um time rebaixado da Série C.
É mais difícil obter repescagem ou promoção através dos novos recursos do caso Messina? A sensação é que se trata de duas hipóteses complicadas, mas que neste momento é certo tentar.