Pode ser a semana do redde rationem no caso Maurizio Croce. O vereador da Forza Italia, eleito o melhor perdedor entre os candidatos a prefeito, está há muito tempo no centro da tempestade por vários motivos: absenteísmo crônico (cerca de dez presenças em aproximadamente 140 sessões), por um lado, cargos contemporâneos como órgão implementador do comissário governamental para a instabilidade hidrogeológica e, durante alguns dias, também membro designado pela Região da comissão gestora da Autoridade do Sistema Portuário.
Na última quarta-feira o tema voltou à Câmara Municipal pela enésima vezonde o próprio Croce se defendeu, mas justamente nessa ocasião o Primeiro Ministro, Nello Pergolizzi, anunciou a preparação iminente, pela gerente de Assuntos Gerais do Palazzo Zanca, Laura Strano, da resolução que, de fato, obrigará a Câmara a expressar a sua opinião sobre o caso Croce.
Será uma resolução com a qual Croce terá a oportunidade de contrariar as objecções do Município, que deverá centrar-se na subsequente inelegibilidade, e não na incompatibilidade, no que diz respeito ao papel de órgão implementador. O novo cargo na Capitania dos Portos, aliás, é muito recente e nisso coube mais uma vez Pergolizzi, um dos mais expressivos no assunto (junto com o líder do grupo “Con De Luca per Basile”, Pippo Trischitta), que solicitou formalmente à secretária um parecer geral, Rossana Carrubba.
Será este último, provavelmente já hoje, que aprovará o projecto final da resolução, que será posteriormente transmitido à Câmara Municipal. E aí, na hora de votar, muitos ficam curiosos para saber como vão se alinhar os vereadores, visto que muitos não têm muita vontade de se manifestar sobre o assunto, até mesmo por questões políticas.
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