Paola, uma reforma completa dos estacionamentos à beira-mar

Falta estacionamento na orla. As obras que decorrem junto à marginal e junto à saída da estação junto ao novo centro de acolhimento turístico já eliminaram pelo menos um terço dos lugares de estacionamento que estavam presentes. Há poucos dias, a rede rodoviária foi de facto redesenhada.
A estrada que corre ao longo do muro perimetral da reta ferroviária à beira-mar foi alargada, o que certamente permite um trânsito mais tranquilo que, no entanto, continua a ser apenas de sentido único.
O que desapareceu, porém, foram os estacionamentos. Não mais em padrão de espinha de peixe, mas feito horizontalmente, o que consequentemente não faz nada além de reduzir drasticamente o número. Não está claro se isso foi originalmente concebido no projeto e mudou várias vezes. Enquanto se aguarda a conclusão da aquisição da área e, consequentemente, a venda de parte da área do Pit a um particular, há claramente uma escassez de lugares de estacionamento para os muitos passageiros neste momento. Os comerciantes e operadores da cidade destacaram o problema na época.
Uma questão que se tornou importante não só para os utentes ferroviários mas também para os estabelecimentos balneares existentes na zona. Até à data, os lugares de estacionamento presentes não parecem ser suficientes. E as paradas selvagens aumentam.
Da mesma forma, na zona da estação, a situação não é muito fácil no que diz respeito aos automóveis estacionados em fila dupla e terceira fila, tanto de um lado como do outro da faixa de rodagem. Certamente a presença de estacionamento pago nas proximidades não ajuda.
Voltando à zona ribeirinha, resta perceber a este respeito se os novos lugares de estacionamento que terão de ser criados junto ao centro de acolhimento turístico estarão ou não sujeitos ao pagamento de bilhetes.
No entanto, a administração municipal garantiu que também serão projetadas novas áreas na praça adjacente ao antigo cais.
Porém, a longa duração das obras não ajuda. Não só pela conclusão da obra, mas também pelo tempo necessário para superar os inconvenientes que os passageiros, turistas e viajantes enfrentam.
Nos últimos anos, a ferrovia tornou-se um dos meios de transporte mais procurados. Graças à alta velocidade, cada vez mais pessoas preferem o trem ao avião. E em particular aqueles como os cidadãos de Paola e os do distrito podem contar com um hub, como o de Paola, que se liga facilmente à capital em menos de três horas e meia e a Milão em apenas sete horas. A comodidade não está só nos preços, mas também nos tempos de viagem. Cada vez mais pessoas abandonam o avião, não só pelos elevados custos, mas também pelo inconveniente de chegar à cidade de Lamezia a partir da zona de Cosenza. E assim é claro que a centralidade da estação Paola também deve ser explorada pela administração municipal que deve, portanto, responder às novas necessidades dos utilizadores. A visão deveria ser aumentar o estacionamento, talvez sacrificando algumas obras – como o anfiteatro ou a enorme praça – cuja função eles terão ainda não está clara. Outro anfiteatro usado com moderação foi construído há apenas dez anos, perto da escadaria da vila.

Felipe Costa