A esperança reacende-se na complexa disputa entre as antigas LSU e LPU da Calábria. Ontem, na cidadela regional de Germaneto, em Catanzaro, ocorreu uma importante cúpula entre o conselheiro regional do Trabalho, Giovanni Calabrese, e uma delegação do sindicato UGL Autonomie Calabria, composta por Gianvincenzo Petrassi, Romolo Cozza, Giovanni Conforti, Giulio Pignataro e Luca Muzzoppappa.
No centro da discussão está a situação de cerca de dez mil trabalhadores que garantem o funcionamento de serviços essenciais em mais de 360 municípios calabreses há quase três décadas, mas que ainda hoje enfrentam as consequências dos contratos a tempo parcial e de uma pesada lacuna contributiva, também resultante de mais de uma década de precariedade histórica.
A plataforma do sindicato: três pontos-chave
A delegação da UGL apresentou ao Conselheiro Calabrese uma plataforma baseada em três intervenções estratégicas, concebida para funcionar sem alterar as despesas, aproveitando os recursos nacionais e regionais já atribuídos:
Aumento das horas contratuais: para superar o regime de tempo parcial e aumentar os níveis de rendimento dos trabalhadores.
Mobilidade flexível entre instituições: permitir transferências entre administrações, dando prioridade ao cumprimento do horário de trabalho.
Cobertura de lacunas contributivas: medida considerada urgente para integrar os anos de serviço sem contribuições integrais e evitar que trabalhadores se aposentem com cheques abaixo do salário mínimo.
Rumo à mesa de Setembro com a Região, Ministério e ANCI
A reunião revelou uma vontade comum de acelerar o processo, tendo em conta que vários colaboradores já estão a atingir a idade da reforma. Entre os primeiros passos operacionais acordados está a criação de um levantamento numérico atualizado da bacia, essencial para mapear os resultados criados ao longo dos anos e definir intervenções sustentáveis em determinadas bases técnicas.
O sindicato anunciou que nos próximos meses pretende solicitar não só o Conselho e Conselho Regional, mas também o Ministério da Economia e Finanças (MEF). O objetivo comum é chegar a uma mesa de discussão conjunta em setembro, na qual a Região da Calábria, o Ministério do Trabalho e a ANCI estarão sentados à mesma mesa.