Um apelo sincero contra a aprovação do Relatório 2026 e do Plano de Reequilíbrio. Foi o que lançou o ex-prefeito Paolo Mascaro na véspera da reunião da Câmara Municipal que acontecerá esta manhã na via Perugini. Uma operação que, pela sua estrutura, “corre o risco de condenar a comunidade” a uma crise financeira “injustificada”. O foco da dissidência de Mascaro diz respeito a duas áreas contabilísticas críticas: a provisão para dívidas históricas ligadas ao serviço de águas e resíduos e a quantificação do fundo de contencioso. Relativamente às dívidas à Região da Calábria, o ex-autarca sublinha que a instituição sempre honrou pontualmente as prestações, destacando como, com base no Decreto Legislativo 104/20 (Decreto de Agosto), não é necessário reservar toda a dívida residual no resultado administrativo, mas antes é suficiente para “garantir a cobertura anual no orçamento, à semelhança das hipotecas”, evitando assim gerar um “défice fictício” ao contrário da prática de outros municípios calabreses.
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