Cenários em plena evolução face à longa corrida eleitoral que culminará no próximo ano com a renovação dos órgãos municipais. As férias de verão não registaram quaisquer movimentos. E mesmo que dentro do conselho municipal tenha havido a substituição – para usar um termo caro ao prefeito Nicola Fiorita, que sempre comparou o seu executivo à Seleção Nacional de Bearzot – do vereador Vincenzo Costantino pelo ex-chefe de gabinete, Salvatore Bullotta, foi uma escolha não ditada, em primeiro lugar, por cargos eleitorais. Ainda que no final a escolha de sacrificar Costantino, que entrou na última remodelação na altura do acordo fugaz com o então grupo Action, também tenha sido tomada por Fiorita do ponto de vista político: o autarca só poderia de facto ter escolhido entre os membros “externos” do Conselho que entraram no último lote.
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