Os tempos não são compatíveis com as expectativas da cidade. No entanto, confiamos nesses sinais, pequenos passos em frente, que podem autorizar esperanças num futuro da área de Falcata, que é radicalmente diferente do passado e do presente. Nos próximos dias, a empresa estatal Invitalia deverá finalmente publicar os concursos para o início dos planos de recuperação das zonas de Falce declaradas “sítio contaminado”, após uma investigação aprofundada realizada nos últimos anos pela Universidade de Messina.
Dizia-se que os tempos continuam muito lentos, apesar do empenho absoluto do presidente da Autoridade do Sistema Portuário, Ciccio Rizzo, que fez da reabilitação e valorização da zona de Falcata o seu carro-chefe prioritário desde que assumiu o cargo de dirigente da organização na via Vittorio Emanuele.
O acordo entre a Autoridade do Sistema Portuário do Estreito e a Invitalia – Agência Nacional de Desenvolvimento, que tem a missão de gerir o contrato de cerca de 21 milhões de euros para a recuperação e recuperação da área – foi assinado em Palermo em novembro de 2025. Foi definido como “o início operacional de um processo aguardado há décadas”, mas já se passaram dez meses e os concursos ainda não foram anunciados. O projeto envolve a retirada de resíduos e materiais contaminados acumulados ao longo dos anos; a recuperação de terras e áreas industriais abandonadas; a devolução da península de San Raineri à cidade, com perspectivas de reaproveitamento cultural, turístico e paisagístico.