Tubarões, a mordida é fraca: Crotone morde pouco e a defesa sofre demais

Nove dias, apenas uma vitória e um desempenho flutuante. O Crotone continua a pagar por um início de temporada marcado por resultados decepcionantes, fragilidade defensiva e falta de cinismo na frente do gol. Os seis pontos conquistados em campo, que permitiram a eliminação do pênalti, não são suficientes para esconder as dificuldades da equipe de Greco: 5 derrotas, 3 empates, 10 gols marcados e 15 sofridos.
Números que exigem reflexão sobre a trajetória do rossoblù, ainda sem conseguir encontrar a continuidade necessária para subir na classificação. O início do campeonato foi complicado, com derrotas frente ao Foggia (0-1) e ao Sorrento (1-0), seguidas do empate caseiro com o Barletta (2-2). Mais um ponto chegou no campo do Savoia (1-1), antes do novo deslize caseiro frente ao Inter Sub 23 (0-2). O empate em Monopoli (2-2) antecedeu a única vitória da temporada, o 2-1 infligido à Salernitana no “Scida”. Essa mesma vitória parecia representar um ponto de viragem, mas as derrotas subsequentes frente ao Catania (2-1) e Audace Cerignola (2-3) realçaram as limitações dos rossoblù. Dois jogos diferentes, unidos pela incapacidade de obter resultados apesar dos golos marcados. O dado mais preocupante diz respeito ao rendimento defensivo com quinze golos sofridos em nove jogos. O desempenho ofensivo também pode melhorar. Zunno, com quatro gols, é o maior goleador, seguido por Musso com três. Para completar a lista de artilheiros, Veltri, Brignola e Tanco, todos em um só.
Para o técnico Greco, a prioridade é transformar as atuações em resultados, corrigindo os erros que têm afetado esta primeira parte da temporada.

Felipe Costa