Mais de 30 anos depois, a tripartição da Província de Catanzaro com a criação da Província de Vibo ainda custa milhões a este último órgão. De facto, enquanto hoje vários Municípios lutam pela saída da Província de Vibo e pelo regresso com Catanzaro, enquanto o debate nacional muitas vezes se ilumina sobre a utilidade ou não dos órgãos intermédios – temendo mesmo a sua abolição -, a realidade do fatos emergem problema após problema de um passado distante.
Após uma série de discussões, os dois conselhos aprovaram um acordo extrajudicial em 2021. O valor devido pela Província de Vibo à de Catanzaro ascende a 4 milhões de euros, a pagar numa primeira prestação de 500 mil euros (cujo pagamento ocorreu em dezembro de 2022), e em mais 20 prestações anuais de 200 mil euros cada. Sessencialmente, o organismo intermediário Vibo terá uma dívida até 2044.