Depois de ter intervindo nos caminhos tácteis do Corso Mazzini em Cosenza, em estado de degradação e de facto inutilizáveis, o Conselheiro Regional Pietro Molinaro intervém na situação em que “noite e dia” assiste à exposição, venda e acumulação de forma estável de mercadorias diversas. Uma situação – prossegue – que tira o decoro da rua principal da cidade e que também cria uma concorrência desleal para com quem paga impostos. Decoração urbana – acrescenta Molinaro – não é um assunto ou uma actividade, mas sim uma finalidade de acção administrativa, que corresponde ao valor de um nível apreciável de qualidade global da manutenção dos espaços públicos, harmonioso e coerente com o contexto que potencia a qualidade de vida nas zonas urbanas áreas. Acredito, sem prejudicar ou criminalizar ninguém, que, para evitar este “emaranhado”, é necessário intervir neste fenómeno com regras e parâmetros que reconheçam a dignidade dos trabalhadores com honras e encargos. Direitos e deveres devem andar de mãos dadas. Fazer isto – conclui – faz-nos abrir os olhos para aliar justiça e solidariedade na tentativa de tornar esta cidade mais habitável e acolhedora e de perceber ainda mais o desconforto que se vive nas nossas ruas.
Felipe Costa
Felipe Costa é um apaixonado pela cultura e natureza brasileira, com uma ampla experiência em jornalismo ambiental e cultural. Com uma carreira que abrange mais de uma década, Felipe já visitou todos os cantos do Brasil trazendo histórias e revelações inéditas sobre a natureza incrível e a rica cultura que compõem este país maravilhoso.