Os preços exorbitantes do combustível, da electricidade e do gás acabaram por comprimir o que restava na maioria das casas calabresas. É difícil imaginar o futuro diante de um cenário que amplia as desigualdades sociais. Primeiro a pandemia, depois a economia de guerra ergueram os muros e alimentaram o rio de desconforto. E hoje somos obrigados a escolher entre abastecer o carro e tudo mais. O aumento do custo da energia, impulsionado pelas tensões geopolíticas que ardem no Médio Oriente, teve o efeito de um tsunami que atingiu os orçamentos familiares. E não é apenas uma questão de mercados ou de estatísticas, é uma vida quotidiana que muda de cor, dia após dia.
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