O Crotone de Leandro Greco é um trabalho em andamento. A linha da gestão é clara: ninguém foi declarado intransferível e, diante das solicitações cabíveis, todas as situações serão avaliadas.
Foi o caso de Novella que acabou em Scafatese, Vinicius em Ravenna, Gomez e Cocetta em Bari embora aguardassem o anúncio oficial. Mas o mercado externo ainda não acabou. Possíveis outras saídas que servirão para diminuir o valor dos salários e garantir maior margem para operações de entrada.
Ao mesmo tempo, o clube trabalha para dotar o Greco de um grupo jovem e dinâmico, construído de acordo com as indicações do treinador. A orientação é focar em perfis de perspectiva, escolhidos de forma compartilhada e funcionais ao projeto técnico. Neste momento, o treinador pitagórico trabalha em retirada com um grupo ainda reduzido, mas constituído por elementos experientes e jovens a explorar. Entre os postos está Davide Merelli, nascido em 1996, ladeado por Giacomo Paciotti, nascido em 2006. O departamento defensivo conta com Nicolò Armini, Davide Di Pasquale, Filippo Groppelli e Angelo Veltri, perfis com características e experiências diferentes. No meio do campo, Andrea Gallo e Mattia Sandri representam os pontos de referência, enquanto Giuseppe Terrasi (nascido em 2007) é uma das perspectivas em que se pode investir.
O ataque é mais rico em números, contando com Energe, Musso e Zunno, ao lado dos jovens Marazzotti, Napolitano, Russo e Michele Vrenna. As próximas semanas serão aproveitadas para completar o elenco, preencher lacunas e aumentar a qualidade. Crotone quer avançar sem pressa e com ideias precisas.