Outro feito para a equipe nacional feminina de Sitting Volley, que conquistou o título europeu em Gyor, Hungria, superou a Holanda com um claro 3-0 (25-13, 25-18, 25-14) na final. Para a Itália, é o segundo ouro consecutivo, depois do obtido em 2023 em Caorle.
Um sucesso construído através de um caminho impecável: sete vitórias em sete reuniões e nenhum conjunto perdido. Depois de dominar a fase do grupo contra a Croácia, Holanda, França e Alemanha, o azul eliminou a Hungria e a Ucrânia, respectivamente, nas quartas de final e nas semifinais, antes de se impor na final.
Entre os protagonistas absolutos também Raffaela Battaglia, originalmente de Villa San Giovanni, autor de 11 pontos na partida decisiva. O Calabriano fez uma contribuição fundamental para a vitória com precisão e continuidade, confirmando um dos pontos fortes da equipe liderada por Pasquale d’Aniello.
Para a seleção italiana, é a quarta medalha européia consecutiva: após a prata de 2019 e 2021, dois ouro seguidos chegaram. Um marco que confirma o crescimento e a solidez do projeto paralímpico italiano no vôlei sentado, graças também ao compromisso do Fipav.
Na final do terceiro lugar, a Ucrânia excedeu a Eslovênia por 3-1 (17-25, 25-21, 25-17, 25-12).
Em detalhes, a Itália dominou a final em todos os fundamentais. O primeiro set abriu com cinco ases consecutivos do capitão Francesca Bosio, seguidos por um parcial esmagador. O segundo set também viu bem o azul gerenciar bem os momentos de dificuldade, prolongando após o intervalo de tempo, em 18 a 16. A contribuição da batalha foi decisiva, incisiva ao serviço e no ataque. No terceiro set, a Itália decolou após um começo equilibrado, com os golpes de Ceccatelli e a parede de Sarzi Amadè para selar o sucesso.
Um ouro importante, que embeleza os Palmarnha azul e também carrega o nome da Calábria, graças ao desempenho exemplar do atleta de luta de Villa San Giovanni.