Aeroporto Mediterrâneo na zona de Messina: descolagem prevista para dois anos e meio

A área entre Milazzo, Merì e Barcelona Pozzo di Gotto está se preparando para sediar oAeroporto Intercontinental Mediterrâneo. Segundo Fabio Bertolotti, CEO da empresa proponente “La Sciara Holding LTD & Partners”, a inauguração e o primeiro voo poderão se tornar realidade em até 30 meses, se o processo prosseguir sem problemas.


O processo burocrático e Project Finance

A empresa já protocolou a documentação técnica e administrativa para iniciar formalmente o Financiamento de projetos. Aqui estão as etapas envolvidas:

  • Documentação apresentada: Plano de viabilidade, relatório ambiental, localização e roteiro já estão sendo analisados ​​pelo Ministério de Infraestrutura e Transportes (MIT).
  • Próximas etapas: Estima-se que serão necessários aproximadamente 9 meses para obter luz verde da ENAC, ENAV e da Região da Sicília.
  • O anúncio: Seguir-se-á um concurso público em que os proponentes terão direito de preferência. A partir da conclusão desta fase, as obras poderão ser concluídas em apenas dois anos.

Um único hub: voos de carga e intercontinentais

O projeto visa uma especificidade que o diferencia dos aeroportos de Palermo, Catania e Reggio Calabria:

  • Centro Internacional: Terá como alvo passageiros das Américas, Ásia e Índia, interceptando um fluxo turístico de alto potencial.
  • Logística de mercadorias: Será o único porto de escala Carga do Sul da Itália (de Roma para baixo), posicionando-se como ponto de referência para nações como a China, interessadas em rotas rápidas para movimentação de mercadorias.

Os números do projeto

A obra promete ser uma verdadeira cidadela aeroportuária:

  • Infraestrutura de voo: Uma trilha além 4.000 metros quadrados.
  • Serviços e comércio: Outlet com mais de 320 lojas e restaurantes, hotel 5 estrelas com 400 quartos, clínica médica e clínica veterinária.
  • Investimento: O custo estimado é 1,2 mil milhões de euros para o aeroporto, ao qual são adicionados 450 milhões de euros para um sistema fotovoltaico dedicado.
Felipe Costa