Alta Velocidade, 15 associações de Reggio pedem clareza à Região

Existem 15 associações em Reggio (Reggio Club do Italian Touring Club; Legambiente; Italia Nostra; WWF; Fundação Rhegium Julii; Anassilaos; “Incontriamoci sempre”; Aspromonte Hikers Group; Archeoclub dello Strait; Ulysses; Trens Históricos e Turísticos; Clube cultural “Apodiafazzi”; Laboratório de política social “Ventotene”; Colégio Italiano de Engenheiros Ferroviários; “Sensações Emergentes”) que pedem um Conselho regional que «examine os problemas ligados à construção desta infra-estrutura que não representa uma pluma que os cidadãos da Calábria e do Sul desejam ter, mas é o ponto de apoio a partir do qual mudar a história da Calábria».
Não há dúvidas sobre a necessidade de criar ferrovias de alta velocidade no Sul. Basta olhar para o mapa das ligações ferroviárias na Europa para perceber que em Itália existe um vazio absoluto a sul de Salerno.

«É absolutamente necessário verificar projetos alternativos, como o da RFI em 2005, ou propostas como a do Larg, que fixam o objetivo de um tempo de viagem Roma-Estreito inferior a 3 horas com um custo menor. Para atingir este objectivo – especificam as associações – é necessário que a linha seja desenhada seguindo os critérios de “alinhamento horizontal”, adoptados em todas as partes do mundo para reduzir a extensão quilométrica em relação ao traçado da actual linha ferroviária. A criação de uma infra-estrutura que ligue Roma-Reggio em menos de 3 horas teria numerosos e importantes resultados, como evidenciado pela numerosa literatura técnico-científica sobre o assunto, a partir do crescimento do PIB como também atestado na investigação da Universidade de Nápoles que constatou que nas regiões mais ricas (com rendimento per capita acima da média) as cidades equipadas com estação AV viram o seu PIB crescer 10% na década 2008-2018 (dados provinciais) em comparação com 3% nas províncias que ficam a mais de duas horas de distância de uma estação. Nas regiões menos ricas, as cidades com estações HS cresceram 8%, em comparação com 0,4% nas capitais a mais de duas horas de distância.”
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Felipe Costa