Nenhuma condenação do ex-deputado Pino Galati ao final do julgamento sobre as supostas irregularidades na gestão da fundação Calabresi nel Mondo. O Tribunal de Catanzaro o absolveu da acusação de peculato relativa à estipulação de um contrato de aluguel que, segundo a hipótese da acusação, teria resultado em vantagem exclusiva. Para a outra hipótese de peculato referente a fatos que remontam ao período 2012-2013, o tribunal declarou que o prazo de prescrição havia expirado. No entanto, a acusação de abuso de poder não é mais processável. A promotora Graziella Viscomi havia pedido pena de 5 anos para Galati (defendido pelos advogados Francesco Gambardella e Salvatore Cerra), presidente da Fundação na época. Absolvição, pedida pela própria promotora, da colaboradora Mariangela Cairo defendida pelos advogados Ermenegildo Massimo Scuteri e Giovanni Passalacqua.
Segundo a denúncia, a Fundação servia para distribuição de clientela para fins eleitorais. Em particular, os investigadores visaram 25 contratações feitas, segundo a reconstrução do Ministério Público, apenas para “manter e aumentar a sua base eleitoral”.