O prefeito de Messina, Federico Basile, convocou a reunião da “Tabela de ponte permanente no estreito” em 19 de agosto. Será a primeira de uma série de reuniões, porque-como o próprio nome diz-essa tabela, de fato, deve ser instalada sem continuidade, em vista do início da fase de pré-candidatura. A administração municipal pretende lidar com os assuntos econômicos, as forças produtivas e sociais e as organizações sindicais, além das várias posições políticas (o debate eterno entre o “sim” e o “não” persiste), sobre os aspectos que mais preocupam o Messina e o Messina: o impacto dos trabalhos no território, os custos e benefícios, as garantias da garantia da realização do tempo. “Devemos ser os protagonistas de um processo que marcará, em qualquer caso, um ponto de virada epochal para Messina e para toda a área do estreito”, Federico Basile repetindo há meses. O grande plano de emprego, muitas vezes citado pelo ministro Salvini, que também destacou ontem como “é absurdo ser contra um ótimo trabalho que levará 120 mil empregos em regiões como Sicília e Calábria, fazendo os jovens retornarem, formando estudantes e graduados” – devem ser traduzidos em atos concretos.
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