Este poderia ser o início de um novo e mais estimulante caminho administrativo para o poder executivo da cidade Francisco Caruso. E isto à luz da aprovação, ocorrida por larga maioria durante a assembleia cívica da passada terça-feira, do Orçamento previstoo que abre perspetivas concretas face aos dois anos de concelho que acabaram de decorrer, quando foi difícil até aceder ao processo concursal para contratar mais quadros e repor o escasso quadro de efetivos do município.
Entretanto a questão política no Palazzo dei Bruzi permanece em aberto decorrente da demissão do vice-prefeito Maria Pia Funaro, que entrou em conflito com o inquilino da Câmara Municipal. Um acontecimento que trouxe também o Partido Democrata, já que Funaro é uma expressão dos democratas e foi indicado pelo Partido Democrata para ocupar o cargo. Entre a componente liderada a nível provincial pelo secretário, Vittorio PecoraroNo entanto, e para o próprio autarca, as relações mantiveram-se inalteradas e as discussões deverão começar em breve com o objectivo de identificar um possível substituto.
Afinal, Caruso foi bastante claro no rescaldo do incidente, dando a entender que qualquer decisão seria tomada depois de o documento financeiro receber luz verde. Além de Funaro, também será necessário substituir o vereador demissionário do Orçamento, Francesco Giordano. Vale destacar, entretanto, a duração de apenas uma sessão camarária do grupo “Reformistas por um novo pólo”, anunciada na reunião de terça-feira e fruto de um acordo prévio entre os vereadores Caterina Savastano e Alessandra Bresciani. A iniciativa foi travada pelo partido Acção, do qual Savastano (assumiu o papel de presidente da assembleia provincial da Acção) é expressão directa, apesar de ter conquistado o assento na assembleia cívica ao concorrer na lista ligada ao autarca.