Cosenza, escuro como breu em Giugliano: colapso vertical contra o último da classe

GIUGLIANO-COSENZA 3-0

Artilheiros: 44′ pt Marchisano, 27′ Zammarini, 39′ Egharevba.
Giugliano (3-5-2): Greco 6; D’Avino 6,5 (30′ Forciniti 6), Justiniano 6,5, Caldore 6,5; Marchisano 7 (19’st Egharevba 6,5), Peluso 6,5 (25’st Cester 6), De Rosa 6, Zammarini 7,5, D’Agostino 6,5 (19’st Vaglica 6); Isaac 6 (25’st Ogunseye 6,5), Volpe 6,5. Todos.: De Nápoles.
Cosenza (3-5-2): Vettorel 4,5; Dametto 5 (16′ Florenzi 4,5), D’Orazio 5 (1′ Moretti 5), Caporale 4,5; Ciotti 4,5, Garritano 4,5 (15’º Baez 5), Langella 4, Contiliano 4,5 (1’º Palmieri 4,5), Cannavò 4,5; Emmausso 4, Achour 4,5 (28′ st Perlingieri 5). Todos.: Buscè.
Árbitro: Ubaldi da Roma 1 6,5.
Notas: Total de cupons: 832 dos quais 249 combinados; 231 setor convidado. Receita: 5.069,50. 832 espectadores dos quais 231 convidados. Reservado: D’Orazio, . Ângulos: 3-6. Tempo de recuperação: 3′, 5′.

Cosenza faz isso de novo. Após a derrota em Foggia, em novembro, o rossoblù voltou a cair para o último lugar da classe, três meses depois, em Giugliano. Três gols sofridos, nenhum marcado contra um adversário que não vencia há noventa e um dias. Nem mesmo muitas pistas são suficientes para atestar a crise. Os resultados da segunda metade da temporada são dramáticos. O jogo expresso até certo ponto já não existe, mas as ausências por si só não podem justificar o colapso vertical e o aparente declínio dos indivíduos. Giugliano reitera as perplexidades do povo Sila. Na terça voltamos em casa contra o Siracusa.

Felipe Costa