A Câmara Municipal de Catanzaro, considerando necessário abrir uma mesa de discussão entre os dirigentes regionais de saúde, os representantes da estrutura e os parceiros sociais para encontrar soluções concretas que permitam ao Hospital Sant’Anna continuar a funcionar, aprovou, em ‘ unanimidade dos presentes, umadiscurso com o qual o prefeito Nicola Fiorita se compromete a iniciar uma discussão imediata com o comissário do plano de recuperação da saúde da Calábria, Roberto Occhiuto. Isto, em poucas palavras, é o resultado da reunião de avaliação cívica que ontem se realizou para discutir exclusivamente a questão da clínica privada de Catanzaro e dos seus mais de cem funcionários em despedimentos extraordinários.
A reunião foi convocada de forma aberta com o convite à participação não só aos funcionários da clínica, aos sindicatos e aos que zelam pelos interesses da propriedade, mas também, e sobretudo, aos dirigentes da política regional e da saúde calabresa. , o presidente do Conselho e comissário Roberto Occhiuto e o presidente do conselho regional, Filippo Mancuso, para que se iniciasse uma discussão político-administrativa visando encontrar uma solução estável para a questão. Para os sindicatos eles intervieram Luigi Veraldi (CGIL) e Antonio Iiritano (USB).
Na Câmara, porém, reuniram-se pouco mais de dois terços dos vereadores. A escalação majoritária está quase completa, com as ausências de Antonello Talerico, Antonio Barberio, Danilo Sergi e Giulia Procopi. Por outro lado, a súbita ausência de Marco Polimeni por necessidades familiares, reduziu a patrulha Forza Italia, também órfã de Alessandra Lobello. Na casa da Lega, a única pessoa presente dos quatro integrantes era o líder do grupo Eugênio Ricci. No Misto, ausente Antonio Corsi.
O vice-prefeito apresentou o tema Giusy Iemma: «A Câmara Municipal de hoje – disse – constitui um ato político zeloso, que a assembleia cívica não poderia evitar, apesar da ausência de competência direta na matéria. A situação obriga-nos a pedir a todos os intervenientes nesta matéria, a começar pelo comissário de saúde e presidente da Região, que façam todos os esforços possíveis para tentar manter vivo tão enorme património de conhecimento mas também de prestígio para a cidade».