O homem envolvido em um ataque muito violento ocorrido na madrugada da última segunda-feira na capital pitagórica continua preso. O Juiz de Investigações Preliminares validou a detenção efetuada pela Polícia do Estado e ordenou a medida de prisão preventiva em prisão contra o suspeito, cidadão não comunitário. Os crimes denunciados são gravíssimos: resistência e lesão a funcionário público, dano agravado e porte ilegal de armas e objetos capazes de ofender.
A fúria com a barra e a resistência
O alarme foi dado quando os agentes da polícia intervieram para deter o homem que, em evidente estado de agitação, destruía com uma barra de ferro alguns carros estacionados na rua. Ao avistar a patrulha, em vez de parar, o agressor redobrou a sua violência: primeiro atirou-se contra o carro de serviço, atingindo-o com a pesada barra de metal, e depois atirou-se diretamente contra os polícias que intervieram para o desarmar.
Cinco agentes internados com 30 dias de prognóstico
As operações de contenção e desarmamento revelaram-se particularmente dramáticas e complexas. Ao final da operação, cinco policiais precisaram procurar atendimento médico no pronto-socorro, sofrendo lesões com prognóstico de 30 dias cada. A validação da detenção e o tempo de detenção na prisão confirmam a gravidade dos factos. A intervenção enquadra-se nos serviços extraordinários de controlo territorial organizados pelo Comissário da Polícia de Crotone, Renato Panvino, com o objetivo de garantir uma fiscalização constante em situações de emergência e garantir a segurança dos cidadãos.