O Partido Democrático de Corigliano Rossanoque tomou a iniciativa de reunir as forças de centro-esquerda para verificar a possibilidade de criar uma ampla coligação de oposição ao centro-direita na perspectiva das eleições locais da Primavera, deve lidar com divisões internas e a desconfiança de 10 gestores cadastrados em relação à linha política do secretário municipal Franco Madeo. Um acontecimento que cria muitos problemas no seio do centro-esquerda na formação da coligação que terá de participar nas eleições autárquicas da próxima primavera.
Pelo contrário, com a convenção do passado sábado realizada na cidade aos mais altos níveis regionais e com os mais altos representantes locais no Parlamento, o centro-direita pretendeu demonstrar e sublinhar a unidade das forças de direita e do centro moderado (Irmãos de Itália, Forza Italia, Lega e Nós Moderados) e “traçar o caminho principal para as eleições administrativas de 2024”. Uma declaração que implica a tomada do município de Corigliano Rossano e que deu a impressão ao grande público presente naquela assembleia de que já existia um candidato para se opor ao autarca cessante Flavio Stasi. O candidato, segundo opinião unânime, foi visto na conselheira regional da Forza Italia, Pasqualina Straface. Para muitos, o mesmo discurso proferido na convenção seria atribuído ao de um verdadeiro candidato ao cargo de prefeito. Na verdade, Straface reiterou veementemente que “o centro-direita tem o dever de dar orientação oficial à cidade”. Sublinhou que, sendo o centro-direita “a força governamental nacional, regional e provincial, isso significa que as pessoas reconheceram e continuam a reconhecer a nossa capacidade de enfrentar e resolver problemas”.