Um expoente de alto nível do Hamas disse à BBC que o movimento islâmico provavelmente rejeitará o plano de paz apresentado pelo ex -presidente dos EUA, Donald Trump, para Gaza. Segundo o funcionário, a proposta “serve aos interesses de Israel” e “ignora os do povo palestino”.
Um dos pontos mais controversos diz respeito ao pedido de desarmamento e entrega de armas pelas brigadas militares do Hamas, uma condição considerada “inaceitável” pela liderança do grupo. Fontes palestinas cientes das entrevistas internas explicaram que, na discussão, a liderança do Hamas está envolvida na faixa de Gaza e no exterior.
Em particular, o comandante militar em Gaza, Ez al-Din al-Haddad, teria pretendido continuar a luta armada, em vez de aceitar os termos estabelecidos pelo plano. Pelo contrário, os gerentes do movimento que vivem fora da faixa teriam sido gradualmente excluídos das decisões, pois não têm um papel direto na administração dos reféns.
O ministro de Segurança Nacional Israel e parlamentar do Itamar Ben-Gvir, declarou, durante a reunião do gabinete, que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é “perigoso para a segurança de Israel” e que pretende discutir a questão com o primeiro-ministro Benyamin Netanyahu. Haaretz relata isso.
Enquanto isso, de Castel Gandolfo, o Papa Francisco comentou a proposta do ex -presidente americano, esperando que o Hamas “possa aceitar o plano nos tempos estabelecidos”, sublinhando como “elementos muito interessantes” estão presentes nele.