Hyerace e a relação De Luca-Basile, em Messina «um novo efeito Fata Morgana…»

«A escolha é inteiramente de Basile: prefeito do povo de Messina ou um “reflexo” do seu líder?». O impulso provocativo vem, em pleno domingo de outubro, do secretário provincial do Partido Democrata, Armando Hyerace. E chega num momento chave – ainda outro, é preciso dizer, e certamente não o último – para a administração de Federico Basile e para a trajetória política de Cateno De Luca. E a questão parece ser precisamente esta: a simbiose entre as duas áreas – a administrativa do Município de Messina e a política do líder do Sul Chama Norte – é total e nada mudou, deste ponto de vista, com a passagem da faixa tricolor de De Luca para Basile. Uma transição “hereditária”, que certamente dizia respeito às chaves da máquina administrativa – embora partilhadas com um historiador muito fiel de De Luca, como Salvo Puccio, companheiro inseparável de Basile -, mas não às da gestão política do Palazzo Zanca, desde a equipa de vereadores até às nomeações nas empresas investidas.
Aqui, o controlo sempre esteve nas mãos de De Luca, mesmo quando este tentou fazer acreditar que deixaria de desempenhar o papel de líder político, e apesar do caminho de crescimento empreendido por Basile nos últimos anos, também nas relações com outros grupos políticos.
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Felipe Costa