Imposto turístico, evasão fiscal disparada. E Milazzo coleta poucos trocos

A temporada turística acabou, já passaram três quartos, mas os cálculos da taxa turística do Palazzo dell’Aquila não batem. Também este ano na cidade da Cidade do Cabo o atendimento fechou positivamente, mas as receitas dos hotéis e alojamentos são as de uma cidade onde praticamente ninguém se hospedou. Um “curto-circuito” que, para dizer a verdade, se arrasta há anos e que ele simplesmente não consegue resolver. E. sublinha-se, não se trata apenas de “atrasos” que os gestores das estruturas devem pagar, e que em qualquer caso devem ser recuperados. Mas dá origem ao mau hábito de pagar a taxa que é pedida ao turista além do preço da estadia. Com cerca de 160 hotéis e B&B, as receitas do Palazzo dell’Aquila deverão ser substanciais e isso permitiria, dado que se trata de montantes ligados a fins turísticos, investir em serviços para melhorar a qualidade da oferta. Em suma, algo, ou melhor, mais do que algo, não está bem e também na sequência dos pedidos do Tribunal de Contas torna-se fundamental que os municípios mantenham a atenção elevada para combater casos de danos ao Tesouro que podem automaticamente transformar-se num bumerangue para quem não exerce os controles.
Todos os municípios turísticos e, portanto, também de Milazzo, foram questionados sobre o que foi feito desde a introdução deste imposto. Entre outras coisas, nos últimos tempos as forças políticas têm tentado facilitar a vida dos hoteleiros e dos operadores, alterando o regulamento relativo à aplicação do imposto para permitir também que aqueles que estão em dificuldades possam respeitar as regras, como os gestores das atividades as empresas hoteleiras deveriam limitar-se apenas a “repassar” o valor recebido do hóspede do estabelecimento.

Felipe Costa