Instalações esportivas em Villa Dante: o conselheiro russo pede ao município de Messina confiar a administração do lado de fora

Alguns dias após o vencimento do período de gratificação pelo uso dos campos esportivos de Villa Dante – em 30 de junho de 2025 – o debate sobre a administração das estruturas confiadas até agora a Messina Social City é reavivada. Numerosos cidadãos, através dos relatórios coletados pelo vereador Alessandro Russo, queixaram -se de dificuldade em acessar as plantas: reservas complexas, especialmente em feriados, horas de funcionamento reduzidas e falta de espaços fundamentais, como trocas e áreas de refresco. A isso, são adicionadas as condições não ideais das estruturas: os campos têm rachaduras e rachaduras, enquanto as redes de jogos estão se deteriorando.

De acordo com o conselheiro do Partido Democrata, chegou a hora de avaliar diferentes soluções em comparação com a tarefa à Messina Social City, uma empresa especial que garantiu a abertura das plantas na fase inicial. “Precisamos de um modelo de gerenciamento que aprimore a oferta, torne as plantas mais utilizáveis ​​e também garante uma maior lucratividade para os cofres municipais”, desejam russos.

A atenção do conselheiro se concentra, em particular, nas três quadras de tênis, a de Padel e a do futebol, considerada de evidente relevância econômica: sua administração na concessão, confiada por meio de concurso público a clubes esportivos, federações ou assuntos qualificados, poderia de fato garantir não apenas um serviço melhor, mas também uma maior receita para a municipalidade.

O nó, de fato, também é econômico: a partir do relatório de gestão de 2024, surge que as instalações esportivas municipais cobrem apenas 4,04% dos custos, contra um limite legal mínimo de 36%. Uma lacuna que, de acordo com Russo, pesa sobre o orçamento: 857.457 euros os custos de gestão, apenas 34.603 as receitas.

“Um gerenciamento de concessão – lê a pergunta – permitiria preencher esse desequilíbrio estrutural e ofereceria um serviço finalmente adequado aos esportistas da Messina”.

Entre os pontos críticos sublinhados: o fechamento noturno dos campos às 20h, mesmo no verão, precisamente no espaço de tempo mais utilizado, a total ausência de instrutores ou técnicos disponíveis para os usuários e a ausência de um projeto para aprimorar os sistemas. Por esse motivo, o conselheiro pede ao governo municipal que inicie uma proposta pública que confia a administração a realidades qualificadas, capaz de melhorar melhor o potencial dos sistemas e transformá -los em um ponto de referência para o esporte da cidade.

Felipe Costa