Messina, a espera cresce: aqui está a dívida com o município

Tudo o que resta é esperar, que serão os próximos desenvolvimentos corporativos após a última chamada que enfrentou os representantes do ACR Messina e os do grupo empreendedor estrangeiro (com delegados italianos). A reunião remota serviu para definir mais detalhes, especialmente do ponto de vista do processo processual, com aqueles que, inicialmente a Sociedade Cooperativa de Messina, expressaram seu interesse.
A chamada teria sido considerada positiva, haveria vontade de proceder e quaisquer compradores já estariam estruturando o planejamento de enviar a oferta. Um trabalho intenso e implacável, também porque os tempos são cada vez mais restritos e o grupo dizia respeito às esperanças de formalizar uma proposta a ser submetida não apenas à sociedade Giallorossi, mas também ao tribunal.
Esses são dias importantes, porque a data de 10 de agosto interessa à propriedade de Messina, mas também do grupo estrangeiro, pois a oferta deve ser anexada ao plano de devolução da dívida elaborado pelos consultores do clube branco -e -assado. A intenção, portanto, não deve estender ainda mais os tempos e uma possível oferta concreta também “pressionaria” os outros compradores em potencial da empresa Giallorossi, ainda liderada pelo grupo de investimentos da AAD (Cissè e Alaimo, agora desapareceu do radar) e pelo parceiro minoritário Pietro Scioto. Durante dias, eles poderiam marcar o destino de um ACR que, novamente, vive sem certezas corporativas e ainda menos esportivo.
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Felipe Costa