Por um lado, o CAS, que continua a professar otimismo e a dizer-se tranquilo, identificando a meta das exaustivas obras do viaduto do Ritiro até ao final de junho. Por outro lado, a empresa executora, Toto Costruzioni, que coloca alguns problemas significativos sobre a mesa. O último episódio foi escrito ontem pelo Consórcio Rodoviário da Sicília, que através do novo diretor-geral Franco Fazio informou que não há nenhum problema crítico, tanto que algumas ordens de pagamento já foram emitidas e o mesmo acontecerá em breve.
Então, o órgão distrital de Scoppo joga água no fogo das dúvidas levantadas pela empresa Abruzzo no âmbito de uma obra que já está em fase final. Toto trouxe à tona questões económicas relacionadas com falta de pagamento de uma parcela das obras já realizadas e do sistema viário do viaduto e nas imediações. Especificamente, lembrou que as variantes do entroncamento de Ritiro e do túnel de Baglio foram construídas às suas próprias custas e cuidados. Estas são, portanto, áreas do estaleiro que carecem de clarificação numa perspetiva futura. Por seu lado, Fazio fez questão ontem aos microfones da RTP: «Fizemos hoje um pagamento no valor de 500 mil euros (ontem, nota do editor), mas estamos prontos para fazer outros. Não há problemas críticos, no entanto, na minha recente inspecção, descobri que os trabalhadores estão a trabalhar no convés e num poste. Os vãos em falta serão lançados até ao final de março e sinto-me reconfortado pelo facto de a empresa ter confirmado os prazos já identificados pelo CAS”.