Messina depende de S. Alberto, compatriota da cidade do estreito

A comunidade da paróquia do santuário de Carmine prestou homenagem a S. Alberto Carmelite, patrono de Trapani (cidades que lhe deram o nascimento por volta de 1250) e compatriota da cidade de Messina, onde viveu por muitos anos até sua morte em 1307, operando vários milagres. O santo foi lembrado ontem, por ocasião do aniversário da morte, durante a missa solene presidida por Messina Mons. Marco Sprizzi, presidente do Escritório do Trabalho da Santa Sé (ligada à paróquia de Carmine (onde, quando menino, ele frequentou o grupo de escoteiros entre os Lupetti) e concelebrado pelo padre paroquial Gianfranco Centorrino.

No final da celebração animada pelo coro da paróquia “Luigi Lazzaro”, a bênção da água com a relíquia do braço do santo, mantida na Igreja de Carmine e exibiu o dia inteiro. O conselheiro Nino Carreri ligou a lâmpada confiando a cidade à intercessão de S. Alberto, de acordo com o que relatou no decreto do Senado de Messina de 28 de setembro de 1629, dos quais foi lido; Também estava presente o vice -presidente do quarto município Deborah Buda.

A carmelita está ligada ao famoso episódio de The Liberation of Messina – sitiado por Roberto d’Angiò Duke of Calabria – pela fome de 1301, graças à entrada do porto de três galés cheias de trigo para alimentar a população reduzida à rua: um momento histórico lembrado pelo tão galopado “Vascelzzo”. O artefato de prata, que desfila todos os anos durante a procissão de Corpus Domini, tem de fato, em um dos dois lados, um medalhão que descreve S. Alberto.

Felipe Costa