Desde que o ex-senador Angelo Giorgianni, ao lado do candidato a prefeito Gaetano Sciacca, desencadeou a “mina” de dúvidas sobre o momento da renúncia de Federico Basile ao cargo de prefeito, o tema passou a fazer parte de uma campanha eleitoral que já começou com o volume no máximo. A tese de Giorgianni é que a renúncia de Basile deveria ter entrado em vigor até 24 de fevereiro, e não 27 como realmente aconteceu, para que fosse possível votar na primeira sessão disponível, ou seja, a da primavera. De pouco adiantou a publicação da resolução do conselho regional que inicia o processo de convocação das eleições para 24 e 25 de maio, com uma lista de municípios que inclui Messina. As respostas e considerações dos demais participantes da corrida eleitoral, de ambos os lados, também pouco valeram. A mina foi acionada, pelo que 118 cidadãos chegaram a apresentar queixa às autoridades locais da Região.
Então é agora o presidente da Câmara Municipal, Nello Pergolizzi, quem intervém, tentando limpar o campo de mal-entendidos. Quem lembra – considerando que a tese de Giorgianni toma como referência a legislação nacional – que «a Sicília é uma Região com um estatuto especial e, precisamente em virtude desta autonomia, a questão das autoridades locais, incluindo o sistema eleitoral dos Municípios, é regida pela sua própria legislação regional».
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