Messina, o pedido (a necessidade) de ter um ou dois subcomissários

Espera-se que o presidente da região, Renato Schifani, nomeie um ou dois subcomissários no início da próxima semana. Dada a estreita relação do governador com o prefeito Mattei, enviado ao Estreito para gerir a delicada fase de transição que levará o Município de Messina à votação no final de maio, não deverá haver problemas na identificação de perfis adequados para apoiar o trabalho do comissário extraordinário.
Em 2022, quando Cateno De Luca renunciou ao cargo de prefeito e o presidente da Região nomeou o Eng. Leonardo Santoro como comissário extraordinário, apoiando-o imediatamente com dois subcomissários: o vice-prefeito Francesco Milio e o ex-superintendente do patrimônio cultural e ambiental de Messina, o arquiteto. Mirella Vinci.
É muito provável que também desta vez o governador siciliano “pesque” em instituições públicas, estaduais ou regionais, o nome ou dois nomes de quem terá a tarefa de cuidar da gestão do Município em conjunto com o prefeito Mattei.
O comissário, conforme relatado na entrevista nesta página, afirma que não encontrou nenhum problema crítico importante até o momento. E este é um sinal positivo: não se deve esquecer que Mattei, nas suas funções anteriores, que remonta a 2023, desempenhou as funções de comissário extraordinário do Município de Catânia, que saía de uma situação dramática de colapso financeiro, com problemas gravíssimos em várias frentes, desde a recolha de resíduos aos transportes públicos.
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Felipe Costa