Messina, o presidente Sciotto e Modica juntos em Barcelona. Com eles também… Bonina

Propriedade de Messina deve decidir se confirma os homens que, em todo o caso, permitiram à equipa viver um campeonato tranquilo e que superou as expectativas ou se optou pela revolução com tudo o que se seguiria, na prática fazendo tudo de novo e deitando fora o trabalho realizado no torneio que acabou de ser concluído. Nos últimos dias, o presidente Pietro Sciotto se encontrou mais de uma vez com o técnico Giacomo Modica fora da cidade e, portanto, de olhares indiscretos, não tão distantes, porém, visto que os dois foram imortalizados num ponto de encontro em Spadafora e ontem foram vistos juntos no d'Alcontres para o jogo Igea Virtus. Entre os dois também o presidente Immacolato Bonina, que brincou longamente com Modica. O empresário do Barcelona esteve próximo de Messina nesta temporada com acordos comerciais. Bonina também esteve com Sciotto em Catania, é possível ingressar com uma função na empresa?

Tudo, portanto, sugere que a prorrogação é apenas uma questão de dias e, o que preocupa, é justamente a gestão do tempo por parte do presidente que, notoriamente, não é especialista em decisões rápidas. Menos problemática parece ser a renovação do diretor esportivo Domenico Roma, que acompanhará amanhã o playoff entre Picerno e Crotone. O silêncio vale ouro, mas até certo ponto. Sciotto ficou impressionado com o forte protesto contra ele no final do campeonato por parte de torcedores organizados, mas houve momentos muito mais difíceis em sua longa gestão. Face à época passada, o facto de a inscrição da equipa ter de ser concluída em menos de um mês, sendo 4 de junho o prazo final, deverá facilitar a celeridade das negociações.
Depois de treinador e diretor desportivo, o clube também poderá trabalhar os seus associados, partindo de uma base de cinco elementos, três dos quais com mercado de transferências. Trata-se de Emmausso, que há muito está na mira de Trapani, mas não só, e depois dos jovens Salvo e Frisenna que, além disso, mudaram os procuradores históricos ao confiar nas agências.

Felipe Costa