Para além das declarações habituais, é inegável e não se deve negar que algo não funcionou perfeitamente na primeira das seis intervenções previstas para a reabilitação da antiga (quarenta anos) conduta do aqueduto de Fiumefreddo. Para complicar, houve a infeliz coincidência do rompimento do reservatório de Montesanto, aliás o reservatório mais importante da cidade, que atende grande parte da zona central, mas esse rompimento ocorreu na noite de domingo, quando o retorno à normalidade deveria ter acontecido há várias horas. Mas não foi esse o caso, porque várias áreas permaneceram secas muito além da linha fronteiriça traçada na introdução, a da manhã de domingo.
Não é por acaso que ontem à tarde foi realizado um briefing, solicitado pelo prefeito Frederico Basile, tanto com o Coc (centro municipal de operações de protecção civil) como com o Amam, para perceber como reduzir ainda mais os inconvenientes nas próximas intervenções programadas, a partir da de 15 de Dezembro (que não será adiada, com todo o respeito pela o líder do grupo dos Irmãos da Itália, Juventude Livreo).