Messina, prefeito Basile: “Dívidas eliminadas, mais serviços graças aos impostos: foi assim que acertamos as contas”

“Em 31 de dezembro de 2025, o valor da dívida registada pelo Município de Messina é de 10,6 milhões de euros. Em 2013 eram 382 milhões, em 2022 eram 95”. O prefeito Federico Basile e seu antecessor, Cateno De Luca, falam sobre números em entrevista coletiva que serve para fazer um balanço da recuperação financeira do Palazzo Zanca. “Mesmo para as empresas investidas – acrescentam – em 2022 as dívidas da antiga ATM, Messinambiente e Ato3 ascendiam a 143 milhões, que tivemos de eliminar do plano de reequilíbrio porque o Tribunal de Contas nos pediu.

Com a maior incógnita ligada aos 60 milhões de euros do antigo multibanco, “sobre o qual um dia um terceiro irá comentar”. Resultados que andam de mãos dadas com os relativos aos impostos, delineados pelo vereador Roberto Cicala: “No que diz respeito a Tari, desde 2019 descobrimos 10 mil utilidades e 2,7 milhões de metros quadrados de superfícies fantasmas. Caímos abaixo dos 340 euros em média por família, somos a penúltima cidade metropolitana em termos de quota de Tari para casas de 90 metros quadrados com 3 membros (303 euros). 287 euros em média, com mais -5,2%”. Na generalidade, incluindo o IMU e os restantes principais impostos, “a capacidade de arrecadação fez com que as arrecadações passassem de 69,1 milhões em 2017 para 92,5 milhões em 2025. O objectivo agora é chegar aos 100 milhões”. Tudo acompanhado por um processo de digitalização da instituição “que nos levou do 92º lugar em Itália em 2018 para o 14º em 2025”. Enquanto isso, Sul chama Norte anuncia uma nova adesão: a do empresário Gabriele Arcovito, que em 2022 foi candidato à Câmara Municipal pela lista De Domenico Sindaco e agora tenta novamente ao lado de Basile.

Felipe Costa