Não será um confronto real, mas um debate será aberto dentro das coalizões que se enfrentam no Palazzo De Nobili. O centro-direita terá de se livrar das toxinas ligadas ao não cumprimento da cota de 17 assinaturas, com a qual visava a dissolução da assembleia cívica e o regresso à votação na primavera. A coligação que apoia a administração Fiorita terá de confirmar que “é” maioritária e que pode enfrentar e gerir os desafios do último ano e meio na Câmara Municipal.
Os desafiantes
Os grupos de oposição têm estado sob pressão nas últimas duas semanas: 14 assinaturas são o resultado da coligação que lutou contra as listas de Fiorita em 2022. E se é verdade que incluem também Acção e Renascimento, não orgânicas do centro-direita, Forza Italia e Fratelli d’Italia, Lega e Noi Moderati tentaram identificar uma estratégia comum para o período pós-renúncia, caso a operação fosse bem sucedida. Mas nem uma nem outra possibilidade se concretizou. Claro que o prazo teórico para recolha de assinaturas continua a ser 24 de fevereiro, mas os jogos agora parecem ter acabado.
A matéria completa está disponível nas edições impressa e digital